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26/03/2011

Como chegar à reforma com um milhão de euros

Posted by Unknown on 07:34 0 comentários

Descubra como chegar à reforma com um milhão de euros

Chegar aos 65 anos com um pé-de-meia no valor de um milhão de euros é possível. Mas para isso terá de começar a poupar muito cedo, estar disposto a correr alguma dose de risco e fazer poupanças mensais consideráveis. O Diário Económico apresenta-lhe oito cenários para conseguir ser milionário.

Confortavelmente deitado numa espreguiçadeira de lona à sombra de uma palmeira, numa praia de areia branca, virado para um mar azul turquesa, num paraíso terreno e uma conta bancária com um saldo milionário. É desta forma que muitos portugueses gostariam de se ver a gozar uma reforma confortável. O que muitas vezes desconhecem é o valor que terão de colocar de parte ao longo da vida para conseguir concretizar esse sonho, sobretudo tendo em conta que cada vez é mais difícil poupar. Mas, segundo cálculos efectuados através da nova "Calculadora Milionária" do site do Diário Económico (www.economico.pt) que estará disponível a partir de hoje, fique a saber que se colocar de parte todos os meses pouco mais de oito euros poderá chegar à idade da reforma com um milhão de euros de poupança.

Mas como seria de imaginar também aqui "não há almoços grátis". Para lhe ser suficiente poupar esse montante terá de ter um determinado perfil. Nesse caso, um dos requisitos necessários era já ter uma poupança inicial de 40 mil euros mas ao mesmo tempo estabelecer uma poupança mensal de oito euros desde os 25 anos. Como explica Gonçalo Gomes da direcção de marketing do Activobank, "quanto mais cedo começarmos a poupar para a reforma, maior será o potencial de valorização do investimento realizado, fruto do efeito capitalização: é realmente diferente começar a poupar aos 30 ou aos 35 anos". O poder da capitalização de juros (juros sobre juros) pode ver-se no seguinte exemplo. O investimento de 10 mil euros a cinco anos com uma taxa de juro líquida de 3% e pagamento de juros anuais, permite alcançar no final do prazo 1.613,14 euros em juros. Sem capitalização de juros, esse valor baixa para 1.500 euros. Num horizonte temporal mais alargado maior será o impacto.


Também associada à idade em que começamos a poupar é a estrutura dos investimentos. Quanto mais novos começarmos a poupar, maior será a apetência para o risco, uma vez que este se dilui no longo prazo e mais atractivas também se tornam as taxas de rendibilidade. Como explica Gonçalo Gomes, "não existindo uma fórmula que funcione da mesma forma para todos [...] quanto mais longe estivermos do momento da reforma, maior risco podemos assumir e com o aproximar dessa data
poderemos começar a trocar activos de maior risco por activos de menor risco, reduzindo o eventual impacto que grandes alterações de curto prazo no mercado possam ter na carteira de investimentos". Com base numa análise histórica, no longo prazo o investimento em produtos financeiros mais arriscados como as acções permitem alcançar retornos reais médios anuais próximos dos 6%. Activos menos arriscados como as obrigações oferecem remunerações reais muito mais baixas.

Numa das simulações, alguém que começasse a poupar aos 35 anos e já tivesse um pé-de-meia de 10 mil euros, se apostasse em activos com um retorno médio anual de 8%, teria que colocar de parte todos os meses 594 euros para chegar à idade de reforma com um milhão de euros. Se a remuneração fosse de apenas 2%, a poupança mensal subiria para 1.989 euros.

Independentemente da estratégia que escolher, um dado é certo: reunir um milhão de euros através da poupança não é facilmente concretizável para a maior parte das pessoas. Até porque as famílias portuguesas estão entre as mais conservadoras, no que diz respeito aos investimentos. Segundo um estudo da CMVM sobre o perfil do investidor português, apenas 9,2% de todas as famílias consideradas estão dispostas a correr os riscos inerentes ao investimento na bolsa. Mas também existe outra certeza: quanto mais tarde definir a sua estratégia de poupança menos dinheiro conseguirá amealhar. Ou pode apostar numa reforma milionária para o seu filho. Saiba que para tal bastará colocar 56 euros por mês no mealheiro do seu filho de cinco anos para que, pelo menos ele, consiga chegar aos 65 anos com um milhão de euros.

Oito formas para atingir a meta de 1 milhão de euros
 
Começar cedo

Idade: 25 anos
Horizonte de poupança: 40 anos
Poupança Inicial: 10.000 euros
Retorno anual: 5,5%
Mesmo quem esteja a começar a sua vida profissional e tenha já 10.000 euros de parte terá de poupar mensalmente cerca de 520 euros para conseguir chegar aos 65 anos com um milhão de euros. E para isso terá de apostar em activos que rendam em média 5,5% por ano.

Começar tarde

Idade: 45 anos
Horizonte de poupança: 20 anos
Poupança Inicial: 10.000 euros
Retorno anual: 5,5%
Para quem começar a apostar no conforto da sua reforma apenas aos 45 anos de idade irá enfrentar um cenário de poupança "hercúleo". Todos os meses terá que colocar no mealheiro 2.217 euros dos seus rendimentos bem como investir em activos que lhe permitam um retorno médio anual de 5,5%.

Menor risco

Idade: 35 anos
Horizonte de poupança: 30 anos
Poupança Inicial: 10.000 euros
Retorno anual: 2%
Apostar em activos conservadores tem a vantagem de lhes estar associado um reduzido nível de risco. Contudo, os retornos também serão modestos. Ao escolher aplicações com uma taxa de juro anual média de 2% teria que poupar quase 2.000 euros por mês para ao fim de 30 anos atingir um milhão de euros.

Maior risco

Idade: 35 anos
Horizonte de poupança: 30 anos
Poupança Inicial: 10.000 euros
Retorno anual: 8%
Mesmo escolhendo produtos financeiros remunerados a taxas elevadas e com um horizonte de investimento alargado é muito difícil chegar a milionário. Assumindo uma remuneração média anual de 8% e um horizonte de investimento de 30 anos, mensalmente teria de juntar ao pé-de-meia 594 euros.

Poupança inicial baixa

Idade: 35 anos
Horizonte de poupança: 30 anos
Poupança Inicial: 10.000 euros
Retorno anual: 5,5%
Criar hábitos de poupança é uma das máximas das finanças pessoais. Se já existir um pé-de-meia inicial melhor ainda. Alguém que já tenha no mealheiro 10.000 euros terá que poupar todos os meses mais de 1.000 euros durante 30 anos, assumindo um retorno médio anual de 5,5%, para ser milionário aos 65 anos.

Poupança inicial alta

Idade: 35 anos
Horizonte de poupança: 30 anos
Poupança Inicial: 50.000 euros
Retorno anual: 5,5%
Tendo em conta o cenário anterior mas assumindo a existência de um pé-de-meia inicial de 50.000 euros, a poupança mensal necessária para atingir a meta de um milhão de euros aos 65 anos é mais baixa. Ainda assim terá de colocar de parte um valor substancial: 807 euros por mês.

Menor poupança mensal

Idade: 25 anos
Horizonte de poupança: 40 anos
Poupança Inicial: 40.000 euros
Retorno anual: 8%
Poupar todos os meses apenas oito euros e chegar à idade de reforma milionário é o sonho de grande parte das pessoas. Para conseguir concretizar esse sonho teria que ter uma poupança inicial de 40.000 euros, ter hábitos mensais de poupança desde os 25 anos e investir em activos com uma remuneração média anual de 8%.

De pequenino...

Idade: 5 anos
Horizonte de poupança: 60 anos
Poupança Inicial: 0 euros
Retorno anual: 8%
... Se torce o pepino. Esta será a melhor forma para conseguir chegar à idade de reforma com um mealheiro abastecido com um milhão de euros. O largo horizonte temporal não só minimiza o risco de perdas como exige um nível de poupança mensal bastante acessível. Bastaria colocar todos os meses no mealheiro do seu filho cerca de 56 euros para que, pelo menos ele conseguisse uma reforma milionária.

Utilize o novo simulador do Económico para descobrir o que tem de fazer para chegar aos 65 anos com um milhão de euros para gastar.

CLIQUE AQUI PARA ACEDER À CALCULADORA
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18/03/2011

Saiba qual a melhor forma de usar o reembolso do IRS

Posted by Unknown on 00:05 0 comentários

A entrega do IRS já começou e muitas famílias não terão de esperar muito tempo para receberem o reembolso das Finanças. 


Quem gosta de pagar impostos? Ninguém. Nem mesmo Jim Rogers, um dos maiores gurus a nível mundial na área das matérias-primas. Este investidor disse um dia que a única diferença entre a morte e os impostos é que a morte não piora sempre que o Congresso norte-americano se reúne. A piada podia ser transposta para o universo português. A crise financeira e orçamental que Portugal atravessa levou o Governo a tomar ao longo do último ano diversas medidas de austeridade, onde se salienta o aumento da carga fiscal sobre as famílias. Apesar deste cenário pouco animador, a generalidade dos portugueses tem agora uma oportunidade para conseguir abater algumas centenas de euros na factura fiscal.

Recorde-se que o prazo para preenchimento das declarações de IRS, relativas a 2010, já começou para quem faz as entregas em papel. Já a época de entrega das declarações feitas através da internet arranca no mês de Abril. E para as pessoas que optam pela internet há boas notícias. Isto porque o Governo comprometeu-se a pagar os reembolsos de IRS no prazo de 20 dias.

Para muitas famílias, os reembolsos funcionam como um balão de oxigénio na gestão dos seus orçamentos. Segundo dados do Ministério das Finanças, o valor médio dos reembolsos de IRS (relativo a 2009) foi de 819,23 euros. Mas os valores podem ser bem superiores caso os contribuintes aproveitem ao máximo as deduções e os benefícios fiscais associados a despesas de saúde, educação, casa, PPR, seguros e equipamentos de energias renováveis. Por exemplo, um casal com filhos poderá abater ao IRS pago em 2010 perto de 3.400 euros.

Perante estes valores importa saber qual é o melhor destino a dar ao valor dos reembolsos do IRS. Tendo em conta dois valores (o reembolso médio e o reembolso máximo) o Diário Económico apresenta-lhe várias soluções possíveis a ter em conta: aproveitar este valor para amortizar dívidas, aplicá-lo numa aplicação financeira atractiva ou então- para quem tem orçamentos mais desafogados - gastá-lo.

A actual conjuntura adversa e a prudência aconselham os consumidores a utilizarem parte das poupanças para saldar ou, pelo menos, amortizar parte das dívidas e empréstimos. No entanto, esta poderá não ser a melhor solução para aplicar o reembolso do IRS- se este for de um montante reduzido. Imagine o caso de uma pessoa que tenha um crédito ao consumo no valor de 10 mil euros a pagar em três anos. Este empréstimo, a uma taxa anual nominal de 8,4%, significa uma prestação mensal de 315 euros. Se este consumidor tiver um reembolso do IRS na ordem dos 819 euros e o utilizar para amortizar este crédito, o valor da prestação baixará 24 euros. Se em vez de utilizar este montante para abater a dívida de um crédito ao consumo optar por amortizar o crédito à habitação, o benefício é mais reduzido. Segundo cálculos do Diário Económico, amortizar 819 euros num crédito à habitação de 100.000 euros a pagar em 30 anos permitirá reduzir a prestação em apenas três euros. Já se receber um reembolso do IRS mais generoso- na ordem dos 3.400 euros- o caso muda de figura e utilizar este valor para amortizar um crédito pode ser muito vantajoso. Se tivermos em conta o exemplo de um crédito pessoal no valor de 10.000 euros a pagar em três anos, com uma prestação mensal seja 315 euros- a prestação cairia para os 208 euros. No entanto, esta não é a única solução disponível para aplicar o reembolso do IRS.

Uma outra alternativa poderá passar também investir este montante. Se não sabe se vai precisar desse dinheiro num futuro próximo poderá aplicar o reembolso do IRS no melhor depósito a prazo a 12 meses do mercado. Os dados da Deco mostram que se tiver 819 euros euros para aplicar o melhor depósito a 12 meses é o Depósito Ouro Plus (do Banco Popular) e o DP Crescente 12 Meses (do BPN) que oferecem um juro líquido de 2,55%.
Contas feitas, ao final do ano, terá visto a sua poupança crescer 21 euros. Se o valor do reembolso for mais elevado- 3.400 euros-então poderá aproveitar depósitos no mercado com taxas mais elevadas. É o caso do Poupança Extra, do ActivoBank, que oferece uma remuneração líquida de 3,14% a 12 meses, para montantes superiores a 3.000 euros. Contas feitas, ao final de um ano os seus 3.400 euros render-lhe-iam 107 euros em juros.

Se prefere investir no longo prazo, outra opção a ter em conta é aplicar o reembolso nos Certificados do Tesouro. Para as subscrições feitas em Março, o Estado está a oferecer um juro anual recorde: 7,10% (taxa bruta) para quem mantiver o dinheiro aplicado durante 10 anos. Assim, uma aplicação de 3.400 euros resultaria ao fim de 10 anos numa mais-valia líquida de 1.894 euros.

Mas se tem um orçamento desafogado, pode dar-se ao luxo de gastar o reembolso do IRS. E, aqui, as opções são mais que muitas. Basta ter alguma imaginação. Com o reembolso médio de 819 euros poderá usufruir de um "cabaz" com cinco experiências diferentes como: fazer uma viagem de balão, aprender a fazer vela, passar meio-dia num SPA a fazer um programa de relaxamento, tirar um curso de dança e passar um fim-de-semana num monte alentejano. E no final, ainda lhe sobram alguns trocos para beber um café. Todas estas experiências estão disponíveis através da empresa A Vida é Bela. Mas se o valor do reembolso do IRS for superior, então poderá sonhar mais alto. Com 3.400 euros pode ir a Bali num programa de sete noites e levar a sua "cara metade".

Mas para que tudo isto se torne realidade, é importante que na altura do preenchimento da declaração de IRS apresente as habituais despesas de saúde, educação, habitação e seguros para deduzir e assim ter direito a um reembolso por parte das Finanças. Veja na página ao lado alguns conselhos a ter em conta no preenchimento do IRS e os principais erros a evitar.

Quatro grandes erros no IRS

Não guardar as declarações passadas
Deitar fora as facturas das despesas e todos os comprovativos relativos às obrigações fiscais dos anos anteriores é um erro muito comum. Mas este acto pode sair-lhe muito caro. Isto porque num prazo de cinco anos o fisco poderá fazer uma inspecção e pedir-lhe que mostre todos os documentos. Desta forma é indispensável que guarde os comprovativos relativos a despesas com direito a benefícios e deduções fiscais durante este período.

Enganos ao declarar algumas despesas
Uma das falhas mais comuns dos contribuintes prende-se com a indicação nos campos relativos às deduções à colecta do montante correspondente à percentagem que lhes é permitido deduzir e não à totalidade das despesas realizadas. Já no que diz respeito às pensões de alimentos, os contribuintes devem ter em conta os valores que foram definidos nas sentenças judiciais.

Entregar a declaração em atraso
Os portugueses têm fama de deixar tudo para a última hora. Se pertence a este clube, saiba que se arrisca a ter de pagar multas caso se atrase a entregar a sua declaração, que podem variar entre os 100 e os 2.500 euros. Ainda assim, estes valores podem ser atenuados. Se o contribuinte entregar a declaração nos primeiros 30 dias após o fim do prazo, a multa é reduzida até 25 euros.

Esquecer de deduzir algumas despesas
Muitas vezes os contribuintes acabam por deduzir um excesso de despesas relativas à educação acima do limite máximo estabelecido pelas Finanças. Mas também acontece o contrário. Ou seja, em alguns casos os contribuintes esquecem-se que algumas despesas relacionadas com donativos, por exemplo, também podem ser utilizadas para abater o IRS.

Soluções

- Amortizar: Quanto maior for o valor do reembolso, mais compensa amortizar um crédito. Para pequenos montantes esta solução não é tão vantajosa, principalmente se forem utilizados para abater o crédito à habitação.

- Poupar: Pode também aplicar o valor do reembolso num depósito a prazo com taxas atractivas. Tendo em conta um valor do reembolso médio distribuído no ano passado, 819 euros, a sua aplicação no melhor depósito a prazo a 12 meses, renderia um juro líquido de 21 euros.

- Investir: Se não precisa do dinheiro no curto prazo pode investi-lo nos certificados do Tesouro que oferecem um juro bruto recorde de 7,1% a 10 anos.

- Gastar: Esta opção só deve ser tida em conta para as famílias que têm orçamentos desafogados.

Fonte: Alexandra Brito
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01/03/2011

PPR: este é um bom ano para investir?

Posted by Unknown on 23:57 0 comentários

Deco diz que fundos mistos e certificados do Tesouro são uma melhor opção.
 PPR 2011


Subscreveu um plano de poupança-reforma (PPR)? Então não deve fazer novas entregas este ano. O conselho é da Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (Deco) que garante que «os subscritores dificilmente conseguirão usufruir do benefício fiscal».

Segundo a revista Proteste Poupança, os fundos mistos e os certificados do Tesouro são, neste momento, uma melhor opção.

«Com comissões elevadas e grandes restrições à mobilização antes da reforma, a principal vantagem dos PPR, até este ano, era a dedução fiscal de 300 euros a 400 euros no IRS, em função da idade dos subscritores. Mas com os cortes orçamentais impostos pelo Governo, também esta vantagem desapareceu para a esmagadora maioria dos investidores.


Ou seja, só quem tem «um rendimento mensal próximo do salário mínimo nacional e não contratou seguros de vida, não fez donativos, nem investiu em energias renováveis» conseguirá beneficiar da dedução intacta.

Apesar do revés deve continuar a poupar


Portanto, quem não reúne estas condições, não deverá fazer entregas para o PPR, «mas deverá manter a aplicação» e continuar a poupar para a reforma.

«O resgate antecipado é penalizado com uma comissão de 10% por cada ano decorrido e perda do benefício fiscal à saída. Ou seja, em vez de uma taxa de imposto de 8,6%, paga 21,5%. Se está insatisfeito com o seu PPR, pode mudar para um mais rentável e com menos comissões, explica ainda o boletim financeiro, que aconselha os portugueses a optarem «por aplicações com maior liquidez e menos custos».

A Deco diz ainda que caso tenha menos de 50 anos e possa investir por um mínimo de 5 anos, deverá escolher «uma carteira de fundos de acções e obrigações ou um fundo misto». Em 2010, os mistos defensivos renderam em média 3,3% líquidos, os neutros 7% e os agressivos 8,3%.

«Se tem 50 anos ou mais ou não quer arriscar, os certificados do Tesouro são a melhor opção: garantem o capital e não têm custos. Ao subscrever em Março, ganha entre 5,3% líquidos ao ano (investimento por 5 anos) e 5,6% (10 anos)», remata.
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22/02/2011

Como estabelecer um plano financeiro

Posted by Unknown on 21:03 0 comentários

Onde é que eu devo aplicar o meu dinheiro?
Toda a gente já fez a si próprio esta pergunta.
A resposta mais correcta e que permite iniciar uma conversa séria é:

-Depende.

A depende de muita coisa.
De tudo o que tenho lido, antes de colocar em prática um plano de investimento, o investidor deve pensar em que estádio da sua vida se encontra, e deve fazer a si próprio várias perguntas do estilo:
-Que idade tenho?
-Estou empregado/desempregado?
-Tenho outras pessoas a meu cargo?
-Tenho empréstimos para pagar?
-Tenho muitas/poucas despesas fixas?
.........
De seguida, fazer contas e inventariar duas coisas:

1-As despesas médias mensais típicas.
2-Toda a riqueza financeira, sob todas as formas: depósitos , cetificados de aforro, PPR's, acções, etc...

Subtrair ao valor calculado em 2), um valor suficiente para 6 meses de despesas correntes al como calculado em 1), e mantê-lo à ordem.
Do valor restante, dividir esse valor entre dois blocos: dinheiro para investir (tipo 85% ), e para trading (tipo 15 %).

Os 85% destinados ao investimento podem ser subdivididos em vários subgrupos, consoante os objectivos, horizonte temporal, prioridade, e valores quantitativos:
Só como exemplo:
-Planear reforma (horizonte a 30 anos)
-Comprar casa (horizonte a 5 anos)
-Trocar de carro (horizonte a 3 anos)
-Fazer uma grande viagem (horizonte a 1 ano)

Depois deve-se estabelecer um plano; e isso implica decidir quanto aplicar em cada prazo, consoante a ambição pessoal, o objectivo, a prioridade.
Depois vem a parte final , que é como aplicar os valores:
e isso depende do perfil de risco e da capacidade de assumir perdas de cada investidor.
Em aplicações com prazos de investimento mais dilatados, é razoável assumir mais riscos, aos invés de aplicações a prazos reduzidos onde o risco deve ser menor, sob pena de chegada a altura de "levantar" o dinheiro para cumprir o objectivo ao qual demos prioridade Alta, o valor que antecipá-mos não estar lá.
Assumir mais risco significa suportar mais volatilidade, tendo em vista obter uma maior rendibilidade futura.
Nota: Normalmente os investidores quando fazem o seu plano, dizem-se capazes de tolerar riscos que depois na prática não são capazes de assumir, acabando por liquidar o investimento na pior altura.
Depois há que fazer a alocação por diversas classes de activos (preferencialmente através de fundos de investimento), de modo a diminuir o risco gobal da aplicação:

A__ % para Acções
B__ % para Obrigações
C__ % para Imobiliário
D__% para Outros investimentos

Podemos a seguir ir mais longe na desagregação e subdividir A em

A1-Acções portuguesas
A2- Acções europeias
A3-Acções americanas
A4- Acções de países emergentes

subdividir B em

B1-Obrigações do Estado Euro
B2-Obrigações de Empresas Euro
B3-Obrigações High Yield Euro
B4- Obrigações protegidas da inflação

subdividir C em

C1-Fundo Real Estate Global
C2-Fundo Real Estate Europa

Outros investimentos:

D-Ouro
E-Marcadorias
F-Hedge funds

Fonte: especuladorprudente
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Super Depósito Banif@st

Posted by Unknown on 10:10 0 comentários

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Até 2 de Março de 2011 pode subscrever um depósito a prazo que aqui pelo Ideias nos chamou à atenção pelo grande leque de prazos e taxas atractivas.
Prazo Taxa (TANB)
45 dias 2,45%
60 dias 2,60%
90 dias 2,85%
120 dias 3,00%
180 dias 3,15%
365 Dias 3,30%
Utilize o nosso simulador de depósitos a prazo para saber quanto pode ganhar.
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