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20/03/2011

Dicas para ensinar os seus filhos a poupar

Posted by Unknown on 21:32 0 comentários

Em tempo de crise, mais do que nunca, há que dar valor ao dinheiro e saber geri-lo.  Desde pequenino.


Não é fácil poupar numa sociedade de consumo, com publicidade e centros comerciais em cada esquina. E os nossos filhos crescem neste ambiente de oferta sem limites. Como podemos ensiná-los então a poupar?

Pode parecer difícil, mas não é assim tanto. Em primeiro lugar, o exemplo vem de cima. Daí que comece por educar-se a si mesmo:

- faça contas ao que ganha e ao que gasta, elaborando um orçamento familiar, previsões de gastos no curto, médio e longo prazo, uma lista de quanto precisaria de ter no mealheiro para imprevistos (doença ou problema com o carro, por exemplo);

- Seja mesmo um modelo a seguir; não diga uma coisa e faca outra depois. Para as crianças, o ditado «faz o que eu digo, não faças o que eu faço» não pega;

- ensine-lhes apenas um comportamento financeiro saudável de cada vez. Os seus filhos não são máquinas registadoras para debitar regras de poupança como se fossem economistas;

- o aprender fazendo é a melhor técnica: para si e para eles; as crianças precisam de ver como se faz e cometer erros para depois tirar ilações e não repetir.


Na prática, na hora de ensinar uma criança a gerir e a poupar dinheiro:

- deve dar-lhe a responsabilidade de controlar o dinheiro, porque se não souber quanto vale o que tem à frente e que uso lhe deve dar, chega a adulto a pensar que o dinheiro cai do céu. Ou seja, se tiver uns trocos na mão o mais certo é que os gaste rapidamente, sem se preocupar com o futuro e logo numa altura em que se põe em causa a capacidade de o Estado vir a pagar reformas no longo prazo;

- assim, faça o primeiro teste com uma mesada ou uma semanada. Provavelmente o seu filho vai cometer gastos desnecessários, mas com o tempo e com a sua ajuda vai saber geri-lo, sobretudo quando quiser muito alguma coisa e tiver de poupar para a conseguir;

- daí que se torna fundamental estipular objectivos de poupança. E não só porque há uma viagem que quer muito fazer, mas porque no futuro poderá precisar de ter uma quantia extra para esses propósitos ou outros mais críticos. Se estabelecer metas, vai conter-se mais em compras supérfluas e conseguir o que tanto almejava e antes do tempo que tinha previsto;

- se o seu filho já põe estas estratégias em prática, deve elogiá-lo, porque isso fará com que o sentimento de poupança e dever cumprido saia reforçado e para continuar a aplicar;

- fiar-se nos cálculos de cabeça não é um bom princípio. O seu filho poderá controlar muito melhor os gastos e as receitas que vão obtendo - nem que seja apenas a mesada, algum dinheiro no aniversario ou no Natal - se anotar tudo;

- dependendo da idade do seu filho, se tiver um telemóvel pode ficar com a responsabilidade de pagar a factura no final do mês. Vai aprender a não esticar a corda nas chamadas desnecessárias, até porque sabe que, se não tiver dinheiro para pagar, o serviço é cancelado;

- coloque-o a par das ratoeiras do consumismo e dos anúncios publicitários. A publicidade tem o poder de nos fazer desejar aquilo de que não precisamos. O consumismo desenfreado deve ser substituído por formas alternativas de reutilização de bens e hábitos mais amigos do ambiente. Não e só ele que sai a ganhar, a sua carteira também agradece. Por isso, pode fazer com o seu filho uma lista de 20 ou 30 coisas que gostava de comprar e depois analisar ate que ponto são úteis e imprescindíveis. Claro que ajuda muito não ir a centros comerciais e não ficar colado aos intervalos das televisões. O ser humano reage muito por impulso e, depois, arrepende-se dos gastos que faz.

Experimente aconselhar o seu filho a depositar o dinheiro que tem em quatro caixas diferentes: uma para poupar, outra para gastar, ainda outra para doar e uma última para investir. Esta é uma forma de ele ficar consciente da utilidade do dinheiro e dos destinos que lhe pode dar. Sem correr o risco de se arrepender mais tarde.
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18/03/2011

Saiba qual a melhor forma de usar o reembolso do IRS

Posted by Unknown on 00:05 0 comentários

A entrega do IRS já começou e muitas famílias não terão de esperar muito tempo para receberem o reembolso das Finanças. 


Quem gosta de pagar impostos? Ninguém. Nem mesmo Jim Rogers, um dos maiores gurus a nível mundial na área das matérias-primas. Este investidor disse um dia que a única diferença entre a morte e os impostos é que a morte não piora sempre que o Congresso norte-americano se reúne. A piada podia ser transposta para o universo português. A crise financeira e orçamental que Portugal atravessa levou o Governo a tomar ao longo do último ano diversas medidas de austeridade, onde se salienta o aumento da carga fiscal sobre as famílias. Apesar deste cenário pouco animador, a generalidade dos portugueses tem agora uma oportunidade para conseguir abater algumas centenas de euros na factura fiscal.

Recorde-se que o prazo para preenchimento das declarações de IRS, relativas a 2010, já começou para quem faz as entregas em papel. Já a época de entrega das declarações feitas através da internet arranca no mês de Abril. E para as pessoas que optam pela internet há boas notícias. Isto porque o Governo comprometeu-se a pagar os reembolsos de IRS no prazo de 20 dias.

Para muitas famílias, os reembolsos funcionam como um balão de oxigénio na gestão dos seus orçamentos. Segundo dados do Ministério das Finanças, o valor médio dos reembolsos de IRS (relativo a 2009) foi de 819,23 euros. Mas os valores podem ser bem superiores caso os contribuintes aproveitem ao máximo as deduções e os benefícios fiscais associados a despesas de saúde, educação, casa, PPR, seguros e equipamentos de energias renováveis. Por exemplo, um casal com filhos poderá abater ao IRS pago em 2010 perto de 3.400 euros.

Perante estes valores importa saber qual é o melhor destino a dar ao valor dos reembolsos do IRS. Tendo em conta dois valores (o reembolso médio e o reembolso máximo) o Diário Económico apresenta-lhe várias soluções possíveis a ter em conta: aproveitar este valor para amortizar dívidas, aplicá-lo numa aplicação financeira atractiva ou então- para quem tem orçamentos mais desafogados - gastá-lo.

A actual conjuntura adversa e a prudência aconselham os consumidores a utilizarem parte das poupanças para saldar ou, pelo menos, amortizar parte das dívidas e empréstimos. No entanto, esta poderá não ser a melhor solução para aplicar o reembolso do IRS- se este for de um montante reduzido. Imagine o caso de uma pessoa que tenha um crédito ao consumo no valor de 10 mil euros a pagar em três anos. Este empréstimo, a uma taxa anual nominal de 8,4%, significa uma prestação mensal de 315 euros. Se este consumidor tiver um reembolso do IRS na ordem dos 819 euros e o utilizar para amortizar este crédito, o valor da prestação baixará 24 euros. Se em vez de utilizar este montante para abater a dívida de um crédito ao consumo optar por amortizar o crédito à habitação, o benefício é mais reduzido. Segundo cálculos do Diário Económico, amortizar 819 euros num crédito à habitação de 100.000 euros a pagar em 30 anos permitirá reduzir a prestação em apenas três euros. Já se receber um reembolso do IRS mais generoso- na ordem dos 3.400 euros- o caso muda de figura e utilizar este valor para amortizar um crédito pode ser muito vantajoso. Se tivermos em conta o exemplo de um crédito pessoal no valor de 10.000 euros a pagar em três anos, com uma prestação mensal seja 315 euros- a prestação cairia para os 208 euros. No entanto, esta não é a única solução disponível para aplicar o reembolso do IRS.

Uma outra alternativa poderá passar também investir este montante. Se não sabe se vai precisar desse dinheiro num futuro próximo poderá aplicar o reembolso do IRS no melhor depósito a prazo a 12 meses do mercado. Os dados da Deco mostram que se tiver 819 euros euros para aplicar o melhor depósito a 12 meses é o Depósito Ouro Plus (do Banco Popular) e o DP Crescente 12 Meses (do BPN) que oferecem um juro líquido de 2,55%.
Contas feitas, ao final do ano, terá visto a sua poupança crescer 21 euros. Se o valor do reembolso for mais elevado- 3.400 euros-então poderá aproveitar depósitos no mercado com taxas mais elevadas. É o caso do Poupança Extra, do ActivoBank, que oferece uma remuneração líquida de 3,14% a 12 meses, para montantes superiores a 3.000 euros. Contas feitas, ao final de um ano os seus 3.400 euros render-lhe-iam 107 euros em juros.

Se prefere investir no longo prazo, outra opção a ter em conta é aplicar o reembolso nos Certificados do Tesouro. Para as subscrições feitas em Março, o Estado está a oferecer um juro anual recorde: 7,10% (taxa bruta) para quem mantiver o dinheiro aplicado durante 10 anos. Assim, uma aplicação de 3.400 euros resultaria ao fim de 10 anos numa mais-valia líquida de 1.894 euros.

Mas se tem um orçamento desafogado, pode dar-se ao luxo de gastar o reembolso do IRS. E, aqui, as opções são mais que muitas. Basta ter alguma imaginação. Com o reembolso médio de 819 euros poderá usufruir de um "cabaz" com cinco experiências diferentes como: fazer uma viagem de balão, aprender a fazer vela, passar meio-dia num SPA a fazer um programa de relaxamento, tirar um curso de dança e passar um fim-de-semana num monte alentejano. E no final, ainda lhe sobram alguns trocos para beber um café. Todas estas experiências estão disponíveis através da empresa A Vida é Bela. Mas se o valor do reembolso do IRS for superior, então poderá sonhar mais alto. Com 3.400 euros pode ir a Bali num programa de sete noites e levar a sua "cara metade".

Mas para que tudo isto se torne realidade, é importante que na altura do preenchimento da declaração de IRS apresente as habituais despesas de saúde, educação, habitação e seguros para deduzir e assim ter direito a um reembolso por parte das Finanças. Veja na página ao lado alguns conselhos a ter em conta no preenchimento do IRS e os principais erros a evitar.

Quatro grandes erros no IRS

Não guardar as declarações passadas
Deitar fora as facturas das despesas e todos os comprovativos relativos às obrigações fiscais dos anos anteriores é um erro muito comum. Mas este acto pode sair-lhe muito caro. Isto porque num prazo de cinco anos o fisco poderá fazer uma inspecção e pedir-lhe que mostre todos os documentos. Desta forma é indispensável que guarde os comprovativos relativos a despesas com direito a benefícios e deduções fiscais durante este período.

Enganos ao declarar algumas despesas
Uma das falhas mais comuns dos contribuintes prende-se com a indicação nos campos relativos às deduções à colecta do montante correspondente à percentagem que lhes é permitido deduzir e não à totalidade das despesas realizadas. Já no que diz respeito às pensões de alimentos, os contribuintes devem ter em conta os valores que foram definidos nas sentenças judiciais.

Entregar a declaração em atraso
Os portugueses têm fama de deixar tudo para a última hora. Se pertence a este clube, saiba que se arrisca a ter de pagar multas caso se atrase a entregar a sua declaração, que podem variar entre os 100 e os 2.500 euros. Ainda assim, estes valores podem ser atenuados. Se o contribuinte entregar a declaração nos primeiros 30 dias após o fim do prazo, a multa é reduzida até 25 euros.

Esquecer de deduzir algumas despesas
Muitas vezes os contribuintes acabam por deduzir um excesso de despesas relativas à educação acima do limite máximo estabelecido pelas Finanças. Mas também acontece o contrário. Ou seja, em alguns casos os contribuintes esquecem-se que algumas despesas relacionadas com donativos, por exemplo, também podem ser utilizadas para abater o IRS.

Soluções

- Amortizar: Quanto maior for o valor do reembolso, mais compensa amortizar um crédito. Para pequenos montantes esta solução não é tão vantajosa, principalmente se forem utilizados para abater o crédito à habitação.

- Poupar: Pode também aplicar o valor do reembolso num depósito a prazo com taxas atractivas. Tendo em conta um valor do reembolso médio distribuído no ano passado, 819 euros, a sua aplicação no melhor depósito a prazo a 12 meses, renderia um juro líquido de 21 euros.

- Investir: Se não precisa do dinheiro no curto prazo pode investi-lo nos certificados do Tesouro que oferecem um juro bruto recorde de 7,1% a 10 anos.

- Gastar: Esta opção só deve ser tida em conta para as famílias que têm orçamentos desafogados.

Fonte: Alexandra Brito
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28/02/2011

30 Ideias para fazer crescer o seu dinheiro

Posted by Unknown on 18:08 0 comentários

Há muito tempo que as famílias portuguesas não enfrentavam um cenário económico tão difícil. Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística, no último trimestre de 2010 a taxa de desemprego em Portugal atingiu um novo máximo histórico ao situar-se nos 11,1%. Já 2011 arrancou com o forte peso de um pacote de medidas de austeridade para enfrentar a crise onde está incluída não só a subida dos impostos como a perda de benefícios fiscais. A desafiar a capacidade de resistência dos orçamentos das famílias portuguesas, está ainda a subida das taxas de juro e dos preços dos combustíveis. Perante uma conjuntura económica tão difícil, muitos portugueses terão que recorrer a uma exigente engenharia financeira para fazer resistir os seus orçamentos familiares. Mesmo quem não viva com orçamentos muito apertados, não conseguirá escapar a cortes nos seus rendimentos. Contudo, existem sempre formas de "esticar" o dinheiro ou mesmo fazê-lo crescer. O Diário Económico apresenta-lhe 30 ideias para o conseguir concretizar.

Poupança no dia-a-dia

1 - Em casa adopte um consumo consciente: poupe em gastos domésticos como a água ou a electricidade e aposte em equipamentos energeticamente eficientes. No caso da electricidade avalie se a potência contratada é a que mais se adapta ao seu consumo ou se não lhe compensa optar pela tarifa bi-horária. Para comprová-lo experimente o simulador da EDP. Na alimentação evite também gastos exagerados. Opte por tomar o pequeno-almoço em casa e guarde a ida a restaurantes para os momentos mais especiais. Corte ou reduza também pequenos gastos como o tabaco ou o café. Por exemplo, uma pessoa que diariamente fume uma carteira de cigarros e tome quatro cafés, gasta em média 192 euros ao fim do mês. Se reduzir para metade qualquer desses hábitos, vai poupar mensalmente 96 euros, com a vantagem acrescida de que também estará a contribuir para uma saúde melhor.

2 - No supermercado sempre que possível prefira marca branca: Estes produtos tendem a ser mais baratos do que os de marcas de referência. Numa ida às compras a um hipermercado, o Diário Económico comprovou o potencial de poupança. O resultado foi que ao colocar no carrinho de compras oito produtos alimentares de marcas de referência, a factura ficou em 11,2 euros. Comprar o mesmo cabaz mas composto exclusivamente de produtos de marca própria da cadeia, custaria 7,44 euros. Ou seja, menos 3,76 euros, a que equivale uma poupança de 33%. Outra medida que pode tomar quando for às compras é, sempre que possível, pagar com dinheiro vivo. Assim, mais facilmente tem noção de quanto está a gastar.

3 - Reduza o encargo com combustíveis: Para melhor enfrentar a subida dos preços dos combustíveis, deixe o carro em casa e prefira os transportes públicos. Se não pode dispensar o uso do automóvel existem algumas formas de baixar a factura com os combustíveis. Recorra, por exemplo, aos descontos que as gasolineiras têm. A BP dá descontos de seis cêntimos por litro a quem fizer compras nos supermercados Lidl no valor superior a 20 euros. Já a Galp tem parcerias com o Modelo e Continente e a Zon. Também a Repsol tem diversas parcerias. Quem tiver o cartão Montepio Repsol tem direito a um desconto de 6 cêntimos de euros por litro nesta marca. E um desconto de seis cêntimos por litro pode fazê-lo poupar alguns euros. Por exemplo, ao atestar um depósito de 50 litros de gasolina 95, poupará 3,5 euros na factura se recorrer a este desconto.

4 - Analise com atenção as condições oferecidas pelos bancos: Quando decidir avançar para a compra de casa através do recurso ao crédito faça simulações no número máximo de bancos e compare, para conseguir o financiamento com as melhores condições possíveis. Mais especificamente, olhe para o ‘spread' oferecido que pode variar bastante consoante a instituição. Por exemplo, numa análise aos preçários do início de Fevereiro dos dez maiores bancos nacionais, a média dos ‘spreads' para cada uma das instituições vai dos 2,05% aos 3,225% . Mas não olhe apenas para o ‘spread', esteja também atento a encargos como as comissões e os seguros. Pondere também a possibilidade de subscrever produtos do banco para conseguir melhores condições em termos de ‘spread'.

5 - Dê uma entrada para a casa elevada: Quanto mais alto for o montante da entrada inicial que der para a casa menor será a prestação e os encargos totais com o crédito. Mas, acima de tudo, também ser-lhe-á mais fácil conseguir o empréstimo já que os bancos estão a exigir rácios de financiamento/garantia muito mais baixos do que antes da crise. Em muitas instituições o rácio máximo exigido é de 50%/60% do valor do imóvel. Ou seja, se o imóvel que pretender adquirir estiver avaliado em 100 mil euros, os bancos estão dispostos a emprestar-lhe apenas 50 mil ou 60 mil euros.

6 - Escolha uma casa à sua medida: Ou seja, não caia na tentação de comprar uma casa demasiado grande para as suas necessidades actuais nem se endivide mais do que pode. Tenha ainda em atenção antes de avançar para um financiamento que os encargos com todos os créditos não devem ultrapassar 33% do seu orçamento mensal. Assim, previne situações de incumprimento.

7 - Faça um ‘upgrade' do seu imóvel antes de o colocar à venda: As melhorias podem ir desde uma simples pintura das paredes a intervenções de decoração. Existem, aliás, empresas especializadas neste tipo de melhorias: o ‘home-staging'. Segundo estudos norte-americanos, casas que sofreram este tipo de intervenção vendem-se em média duas vezes mais rápido e pode haver ainda um impacto positivo também em termos de preço final. Em alguns casos, um imóvel pode valorizar em média entre 6% e 15% face ao valor inicial.

8 - Evite por a casa à venda em muitas imobiliárias: Se o fizer isso pode indiciar algum desespero em vender. Além disso, por vezes surgem alguns problemas como a mesma casa estar à venda em várias agências por preços diferentes. Não seja também muito ambicioso no preço porque tal pode inviabilizar o negócio, especialmente tendo em conta um contexto de grande oferta de imóveis no mercado como o actual.

9 - Olhe para as taxas e custos: Antes de aderir a um financiamento, analise bem as taxas de juros oferecidas pelas diferentes instituições. O mais indicado é comparar a TAEG (Taxa Anual Efectiva Global). Nessa taxa, para além da taxa de juro e do ‘spread', estão incluídos os encargos com comissões bancárias e seguros associados ao empréstimo.

10 - Analise os preçários: Uma forma de se inteirar e comparar, não só das taxas de juro exigidas ou oferecidas como também das comissões praticadas pelos bancos, é através da consulta dos seus preçários. Desde o ano passado, as instituições financeiras são obrigadas a disponibilizar as condições de oferta da sua gama de produtos e serviços de forma uniformizada. Basta ir aos sites dos bancos para analisar essa informação e comparar.

11 - Fuja do crédito: Evite o recurso ao crédito pessoal bem como a utilização do período de pagamento faseado permitido pelo cartão de crédito, já que em qualquer dos casos as taxas de juro tendem a ser muito altas. Por exemplo, no caso do cartão de crédito, existem vários situações em que os bancos cobram taxas de juro superiores a 30%.

12 - Poupe nas comissões: Em alguns casos , ao efectuar as operações bancárias pela internet ou multibanco consegue uma poupança considerável, uma vez que as operações que até apresentam um custo ao balcão saem a custo zero se forem concretizadas através dessas plataformas.

13 - Procure os serviços gratuitos: Há, por exemplo, bancos que isentam o pagamento da comissão de manutenção de conta se o cliente domiciliar o ordenado numa conta da instituição.

14 - Faça um controlo mensal dos seus gastos: elabore uma lista com todas as suas despesas e receitas. Existem diversas ferramentas que o podem auxiliar nessa tarefa, desde uma simples folha de Excel, a programas de computador específicos. Através do próprio telemóvel também já é possível controlar as suas finanças pessoais à distância. A aplicação eBudget lançada pelo banco Best recentemente permite-lhe fazer isso mesmo desde que tenha um iPhone, iPod Touch ou iPad. É possível guardar, organizar por categorias e gerir as despesas diárias bem como controlar os gastos através de análise gráfica, e o seu ‘download' na App Store do iTunes é gratuito.

15 - Crie um fundo de maneio para fazer face a imprevistos: Os especialistas recomendam que este fundo seja o equivalente a pelo menos cinco ou seis ordenados.

16 - Amortize parte do crédito à habitação: Se tem algumas poupanças disponíveis os especialistas aconselham a canalizar parte desse valor para amortizar o financiamento. Suponhamos o exemplo de um agregado com um empréstimo de 100 mil euros a pagar em 30 anos, com o crédito indexado à Euribor a seis meses. Essa família pagaria hoje 382,45 euros de prestação. Mas se optasse por amortizar 3.000 euros do crédito, o valor da prestação cairia para 370,98 euros.

17 - Poupar com regularidade: Sempre que receber o ordenado reencaminhe imediatamente um montante fixo para uma conta poupança. Aquilo que os especialistas recomendam é colocar mensalmente de parte pelo menos 10% do que se ganha.

18 - Depósitos a prazo: É uma das alternativas de poupança mais populares entre os portugueses. Para além do seu perfil conservador, este tipo de aplicações também se tornou mais rentável nos últimos tempos. A maior necessidade de captar recursos junto dos clientes está a levar os bancos a aumentar a remuneração dos depósitos a prazo. Hoje já é relativamente fácil encontrar aplicações que pagam taxas juro brutas acima de 4%.

19 - Certificados do Tesouro: Para quem possa abdicar de uma determinada soma (mínimo 1.000 euros) por um período alargado pode encontrar neste produto de poupança do Estado uma alternativa rentável para aplicar as suas poupanças. Quem subscrever Certificados do Tesouro em Março e mantiver a aplicação durante 10 anos terá direito a uma remuneração bruta anual de 7,1%. Mesmo quem só pretenda investir por um prazo de cinco anos terá uma taxa muito atractiva. O Estado promete um retorno bruto anual de 6,8%.

20 - Fundos de investimento: Outra forma de rentabilizar o seu dinheiro será através da aplicação em fundos de investimento. Há no mercado nacional vários fundos portugueses que têm tido nos últimos 12 meses rendibilidades atractivas. É o caso do BPI América que a 12 meses valorizou 24,9%. É o melhor fundo nacional segundo a APFIPP. A rendibilidade anualizada dos últimos 12 meses também é atractiva: 25,8%. Além dos fundos nacionais existem também fundos de casas gestoras internacionais que têm performances elevadas. E, neste campo, o melhor fundo a 12 meses é o Amundi Funds Thailand - AU (C) que valorizou 59% neste período. Importa, no entanto, ressalvar que se tratam de fundos de acções, com um nível de risco elevado.

21 - Alargar o prazo de pagamento do empréstimo: Face ao actual contexto, para muitas famílias esta é a forma mais fácil e indicada para reduzir os encargos mensais com o crédito da casa. Mas atenção, esta solução também tem desvantagens, pois no longo prazo os encargos com o pagamento de juros disparam. Assumindo o exemplo de uma família com um empréstimo a pagar em 20 anos, tendo como referência a Euribor a seis meses relativa a Janeiro e um ‘spread' de 1%, a prestação mensal actual deste agregado é de 518 euros. Ao prolongar o pagamento do empréstimo por mais 20 anos, a prestação mensal vai descer para os 316,36 euros. No entanto, os encargos com juros ao longo da vida do empréstimo disparam, dos 24.320 para os 51.852 euros.

22 - Pedir um período de carência: Outra das soluções para suportar as subidas das prestações da casa, passa por pedir um período de carência de capital. Nesse período pagará apenas juros relativos ao capital em dívida. Uma família com um crédito no valor de 100 mil euros a pagar em 20 anos, com uma TAN de 2,254% e que tenha hoje uma prestação de 518 euros, se optar por pedir a carência de capital durante cinco anos, a prestação baixará para os 187,83 euros. Mas findo esse prazo, a prestação vai agravar-se para os 655,27 euros. Além disso, ao optar por pedir a carência de capital, os custos com os juros globais disparam. Para o caso simulado, os encargos totais do empréstimo (sem carência de capital) situavam-se nos 24.320 euros. Já com carência de capital, os custos com o pagamento de juros subiria para 29.219 euros. Ou seja, mais 20%.

23 - Consolidar créditos: Se tiver vários créditos e estiver numa situação de sobreendividamento, a consolidação dos vários empréstimos num único pode ajudar a baixar os encargos mensais. Em alguns casos, com esta solução, consegue-se a redução dos encargos mensais entre 30% até 60%. Uma simulação recente efectuada pela Maxfinance para o Diário Económico permite visualizar esse impacto. Tendo em conta uma família com três créditos (habitação, pessoal e cartão de crédito) e um encargo total mensal de 964 euros, com a consolidação e o estabelecimento de um plano financeiro é possível reduzir os encargos mensais para os 463 euros. No entanto, alguns especialistas aconselham os consumidores a recorrerem ao crédito consolidado em último caso.

24 - Procure ajuda: Se nenhuma das soluções anteriores se adequar à sua situação, ou se estiver numa situação muito complicada sempre pode pedir ajuda a familiares e amigos. Os empréstimos entre particulares são, aliás, uma solução regulamentada e que o pode ajudar a ultrapassar uma fase conturbada. Outra alterna passa por contactar o banco ou em último caso o Gabinete de Apoio ao Sobreendividado da Deco para pedir aconselhamento e apoio na renegociação dos créditos.

25 - Entregue a tempo a declaração de impostos: É que a multa por ultrapassar a data limite pode custar-lhe até 2.500 euros. O início de Março marca o arranque para o prazo de entrega da declaração.

26 - Aproveite a última oportunidade para incluir no IRS algumas aplicações: Este é o último ano em que poderá deduzir 25% dos prémios entregues nos seguros de vida, até um limite de 65 euros (se for solteiro) ou 130 euros (no caso de um casal). A partir do próximo ano estas deduções serão eliminadas. Já no caso dos PPR, os contribuintes podem ainda deduzir 20% das entregas feitas até a um limite que varia entre os 300 e os 400 euros , consoante a idade do investidor. A partir deste ano, devido à imposição de limites nos benefícios fiscais, os portugueses poderão deduzir apenas 100 euros, no máximo.

27 - Antecipe reembolso pela internet: Entregue a declaração de IRS pela internet e receba o reembolso mais cedo do que os contribuintes que fizerem a entrega em papel. Entretanto, poderá utilizar este valor para fazer uma aplicação financeira.

28 - Seguro automóvel: Avalie se não está a pagar de mais pelo seguro do carro. Porque não tentar renegociá-lo ou mesmo mudar de seguradora para poupar alguns euros.. As seguradoras ‘online', por exemplo, oferecem normalmente seguros mais baratos, já que a sua estrutura de custos também é mais baixa.

29 - O melhor prazo para o financiamento: Se vai comprar carro a crédito atente aos prazos de financiamento. Prazos dilatados diminuem a prestação mensal mas encarecem o empréstimo. O ideal será dar uma entrada elevada e contratar prazos curtos. Evite os períodos de carência e o diferimento de capital: reduzem a prestação mensal mas tornam o empréstimo também mais caro.

30 - Lazer "em conta": Em tempos de crise, os orçamentos são apertados e os gastos são controlados. Uma das primeiras áreas em que as famílias cortam despesas é nas actividades de lazer. Mas isso não significa que tem de estar fechado em casa. Sempre que possível privilegie as actividades ao ar livre e pesquise na internet os programas culturais gratuitos. No Facebook, por exemplo, existem páginas que divulgam este tipo de eventos. Uma delas é a página da "Agenda cultural dos tesos".

Fonte: Económico
Autor: Catarina Melo
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22/02/2011

Truques para receber bem os amigos sem gastar muito

Posted by Unknown on 20:40 0 comentários

Organizar um evento social em casa implica sempre custos.

 Quem não gosta de encher a casa com os amigos, oferecendo um jantar saboroso e uma noite inesquecível? Mas planear e executar um evento social em casa implica sempre custos, por vezes elevados. Por isso, o site «Saber Poupar» reuniu algumas dicas que ajudam a receber bem, sem gastar demais.

1 - Quer ter uma mesa bonita e bem decorada, sem gastar muito? Misture peças de vários serviços para criar uma mesa contemporânea e inesperada; aprenda uma nova forma de dobrar e apresentar guardanapos; crie argolas de guardanapo com pedaços de um rolo de cartão (de papel de cozinha por exemplo), forrado com tecido ou papel com textura; os marcadores de lugares com os nomes dos convidados podem ser escritos e dispostos em mil e um objectos originais e de baixo custo; faça um centro de mesa original com aquilo que tem em casa (uma taça de vidro cheia de limões, pedras ou conchas); um arranjo floral com ramos de árvore e folhas do quintal ou três rosas em três jarras solitárias. Não precisa mais do que isso e uma pitada de imaginação para uma decoração eco-chique;

2 - As velas são o melhor investimento possível para a decoração da casa porque, para além de serem económicas (sempre que as vir em promoção compre!), podem ser usadas vezes sem conta. Para além disso, não precisa mais do que meia dúzia de velas espalhadas pela mesa e sala de jantar para criar um ambiente espectacular, que vai certamente impressionar os amigos!

3 - Existem milhares de receitas económicas disponíveis na Internet, à distância de um clique, ou seja, planeie bem a refeição que vai servir antes de ir para o supermercado em busca de inspiração. Assim, irá com uma lista de ingredientes restrita e não corre o risco de comprar produtos desnecessários. Em alternativa, desafie-se a criar uma deliciosa refeição com aquilo que tiver, no momento, dentro da despensa, frigorífico e congelador. Quando planear a refeição pense também na apresentação do prato que, não tendo de ser caro, pode parecer um luxo! Se vai servir carne grelhada, acompanhe com legumes salteados em cores vivas ou então aperitivos miniatura;

4 - Quer reunir os amigos de forma diferente e económica? Enquanto anfitrião, oferece a casa, a decoração, a mesa e as bebidas. Os amigos trazem dois pratos, por exemplo um salgado e um doce, e monta-se um buffet para todos provarem. Simples e divertido, no próximo mês repetem na casa de outra pessoa e assim sucessivamente;

5 - Regra do «Traga o seu Álcool»: uma das maiores despesas associadas a receber amigos em casa podem ser as bebidas, alcoólicas e até refrigerantes, por isso, se vai oferecer um jantar ou almoço, peça aos amigos para trazerem o vinho ou outra bebida da sua preferência. Eles vão ficar felizes por contribuir e não ficam na dúvida sobre o que levar. E no final, todos desfrutam e você poupa;

6 - No fim do jantar há quem queira sair, ir até um bar, discoteca ou ao cinema, o que implica gastos adicionais. Para continuar com uma noite economicamente divertida, planeie uma sessão de entretenimento: disponha uma selecção de DVDs, faça pipocas e vejam um filme; sentem-se na varanda ou no pátio com um digestivo, música de fundo e boa conversa; organizem concursos de cartas, jogos de tabuleiro, de Wii ou de karaoke e divirtam-se sem gastar um cêntimo.
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18/02/2011

25 ideias para entreter as crianças sem gastar dinheiro

Posted by Unknown on 18:39 0 comentários

Os momentos de lazer e de diversão passadas em família não têm de implicar gastar muito dinheiro, mesmo quando estão envolvidas crianças. Saiba como poupar dinheiro e entreter as crianças, sem perder pitada da brincadeira e bons tempos.

1. Reúna todo o material desportivo que possam ter guardado na garagem e joguem ao badminton, malha, croquet, bowling, míni-golfe ou frisbee no jardim.

2. Se tiver todo o equipamento necessário, leve a criança à pesca consigo.

3. Preparem o saco para a praia e instalem-se à beira-mar a fazer castelos de areia ou a jogar ao apanha.

4. Façam aviões de papel e depois um concurso para ver qual o avião que voa mais alto ou mais longe.

5. Escolham uma receita em conjunto e divirtam-se na cozinha a confecioná-la.

6. Pegue nas crianças, nas bicicletas, capacetes e protetores de joelhos e deem um passeio numa ciclovia apropriada ou no jardim da cidade.

7. Preparem os recipientes próprios com água e sabão da loiça e divirtam-se a encher a casa ou o jardim com bolas de sabão.

8. No Verão e na hora da rega, ligue o regador automático e deixe que as crianças brinquem na água com os seus fatos de banho vestidos.

9. Acampem durante uma noite no jardim de casa.

10. Brinquem às escondidas, no interior ou no exterior da casa; ou utilizem todo o espaço disponível.

11. Porque não uma maratona de jogos de tabuleiro? Há quanto tempo não jogam todos aqueles jogos que têm fechados em caixas?

12. Delimitam um espaço no chão da sala, da cozinha ou no quarto dos miúdos e divirtam-se a fazer um puzzle gigante.

13. Faça um pudim de chocolate e outro de baunilha instantâneo e, em vez de o colocar no frigorífico para solidificar, dê-os às crianças para que possam fazer pinturas corporais. Convém ser no exterior da casa e que a pequenada esteja de fato de banho!

14. Se tiver mau tempo, coloque algumas almofadas e mantas em torno da lareira, junte as crianças e leia-lhes as suas histórias preferidas ou então leiam passagens dos livros à vez.

15. Ponha a tocar a música mais animada que tiver e elabore uma coreografia simples para ensinar às crianças – elas vão adorar!

16. Brincam ao faz de conta com vestuário e calçado velho e improvisando com acessórios que possam ter em casa.

17. Divirtam-se com uma luta de almofadas, mas cuidado para ninguém se magoar!

18. Façam uma produção fotográfica dentro e fora de casa, imprimam as melhores fotos e elaborem um álbum para mais tarde recordar.

19. Deixe as crianças escolherem o seu DVD preferido, prepare um balde de pipocas e aí está uma tarde de cinema perfeita!

20. Preparem um chá das 5, improvisando com aquilo que tiverem na despensa e no frigorífico e convidem toda a família.

21. Proteja a mesa da cozinha com jornais velhos, espalhe papel, cartolina, marcadores, lápis de cera, tesouras, revistas velhas para recortar, cola e fita-cola, e dediquem-se às artes manuais.

22. Tomem um banho de espuma demorado, com direito à presença de todos os brinquedos à prova de água que tiverem.

23. Não há nada tão divertido como uma sessão de karaoke com as crianças, principalmente se for com a música preferida delas.

24. Ponha a jardinagem em dia com a ajuda das crianças – elas vão adorar poder mexer na terra e na água!

25. Com a ajuda dos mais pequenos, redecorem o quarto das crianças.

In:  Saber Poupar
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11/02/2011

Regras para gerir o Orçamento Familiar

Posted by Unknown on 16:21 0 comentários

Existem algumas regras para gerir um orçamento familiar, o que na maioria dos casos não acontece.
A maioria das famílias portuguesas não organiza um orçamento familiar escrito. Guarde o registo das suas despesas.

Este orçamento deverá conter todas as despesas efectuadas. Por exemplo se gasta 4 euros no euromilhões todas as semanas saiba que está a gastar 208€ anuais com a sua sorte. Se gastar 10 está a dar asas a 520€ anuais.

Tomar o pequeno almoço fora de casa sabe bem e é cómodo, mas se gastar 2,5€ por cada dia com o saboroso pequeno almoço da pastelaria está a gastar anualmente 900€.

Crie um excel, ou faça download de um dos programas que lhe propomos para saber onde gasta as suas economias.

Reajuste as despesas desnecessárias ou elimine as mesmas se necessário.

Os seus créditos não devem ultrapassar os 40% dos rendimentos mensais.

Transfira mal recebe o seu salário uma percentagem do seu salário, por exemplo 10% para uma conta poupança, depois viva com o restante. Se o fizer e tiver um rendimento familiar de 2000€ conseguirá uma poupança de 2800€ anuais. Os mesmos num depósito a prazo darão por exemplo a 2% anuais mais 56€, que é 1/4 da sua poupança mensal.

Renegociar o seu crédito à habitação. É tão natural como comprar roupa e pedir desconto. Peça um desconto ao seu banco, se ele não fizer peça para o banco ao lado.

Compare preços de produtos na internet antes de se deslocar a várias lojas para os ir adquirir. Poupa o combustível.

Tem cofre em casa? Perfeito, coloque lá o cartão de crédito, tranque e acenda a lareira com a combinação. Depois quando deixar de depender deste crédito faça as compras de maior valor com o mesmo, geralmente são as que compensam por terem seguros associados. Depois de as efectuar, faça um pagamento pontual para saldar o saldo do cartão de crédito. Se tiver um saldo médio de dívida com cartão de crédito de 1000€ a uma taxa de 20% anuais, saiba que está a dar asas a 200€ anuais, se pensar no que pode fazer com esse dinheiro no final de um ano facilmente perceberá que o atirou pela janela fora.

Não tem cofre? Use a lareira então, ideias para o inutilizar não lhe faltarão.

Programas de Finanças pessoais

Testei o Ace Money Lite, e pareceu-me uma solução boa para casa. Tem tradução para Português. Existem softwares mais simples para pc ou com melhores grafismos, mas este é o mais popular.

Outro, que embora seja mais simples na sua versão grátis mas que é mais apelativo à vista é o Personal Finances.

Templates do Google Documents para folhas de excel de finanças pessoais: http://docs.google.com/templates?category=14&type=spreadsheets

Temos Também o GNUCash e o HomeBank. Estes dois últimos são completamente grátis.

Se tiver dúvidas ou quiser tornar este artigo mais completo não hesite em comentar, partilhe as suas ideias!!
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10/02/2011

Como poupar dinheiro na água

Posted by Unknown on 19:32 0 comentários

Para reduzir o consumo anual de água e, naturalmente, a sua conta mensal, basta aplicar estas simples dicas em casa, tornando-os, a pouco e pouco, em hábitos de poupança para o seu quotidiano. Para além de poupar dinheiro, estará a salvaguardar um dos bens mais preciosos da terra, que infelizmente se tem tornado cada vez mais escasso.

Pode poupar água começando por actos tão simples como quando lava as mãos, os dentes ou se barbeia. Se mantiver a torneira fechada ou encher o lavatório para fazer a barba, pode poupar entre 10 a 30 litros de água por dia.

Na casa de banho, opte pelo duche em vez do banho de imersão (gastará 50% menos água) e, se possível, encurte a duração dos duches (menos 2 minutos debaixo do chuveiro implica uma poupança de 40 litros de água!) ou desligue a água no momento de se ensaboar e/ou de aplicar champô.

Ponha todas as torneiras a poupar para si com redutores de fluxo – uma pequena peça que se encaixa na torneira e que consegue reduzir o seu caudal em cerca de 50%. Outras sugestões incluem as torneiras electrónicas com sensores, activadas apenas com a passagem das mãos; ou as torneiras temporizadas, que desligam automaticamente após alguns segundos.

Os redutores de fluxo podem ainda ser aplicados aos chuveiros ou, em alternativa, pode adquirir um chuveiro de baixo fluxo para poupar ainda mais água!
Enquanto espera que a água na banheira ou duche aqueça, coloque um balde ou uma bacia para recolher os primeiros litros de água, utilizando-a para regar plantas, para encher os bebedouros de animais de estimação, para lavar uma peça de roupa à mão ou o chão da cozinha.

Cada vez que descarrega o autoclismo, gasta 10 a 15 litros de água. Possíveis sugestões: contenção nas vezes que descarrega, instalação de autoclismos duplos ou com botão de controlo, recurso ao método tradicional de colocar uma garrafa cheia de água no depósito do autoclismo. Na deite lixo desnecessário na sanita, vai obrigar a mais descargas.

Certifique-se que não tenha fugas de água em nenhuma divisão da casa – podem parecer apenas alguns pingos, mas, se não forem concertadas, as fugas podem custar-lhe mais 30 litros de água por dia!

Não lave o carro com uma mangueira, mas sim com um balde e esponja – em vez de 500 litros de água, vai consumir apenas 50 – uma grande diferença para a sua carteira!

Na cozinha, não deixe a torneira a correr enquanto lava a loiça, optando por encher um dos lados do lava-loiça com água fresca que pode servir para retirar o detergente das peças já esfregadas. Se tem máquina de lavar, não passe a loiça por água antes de a colocar na máquina – não contribui para a eficácia da lavagem e consegue poupar até 75 litros!

Ainda no que toca às máquinas de lavar loiça e roupa, só as ponha a funcionar quando estiverem cheias, se não, o desperdício de H2O será elevadíssimo. Se não tiver alternativa, escolha programas mais curtos e/ou económicos, para garantir algum nível de poupança.

Quando lavar alimentos, caso das frutas e legumes, aproveite essa água para regar as plantas lá de casa. O mesmo truque pode ser aproveitado quando muda a água de um aquário.

Mantenha sempre uma garrafa de água no frigorífico, para quando lhe apetecer água fresca, não deixe a torneira a correr até esta estar suficientemente fria.

Quando tiver de cozinhar com água, reduza a quantidade que coloca na panela e cozinhe com a tampa. Para além de poupar água, vai conservar muitos dos nutrientes e vitaminas dos alimentos cozinhados desta forma.
Utilize água fria sempre que possível, poupando assim na água quente. Evite descongelar alimentos com a torneira da água a correr, optando antes para um descongelamento natural ou com recurso ao microondas.

Quanto à rega de plantas e jardins, esteja atento ao solo para saber quando é que os seus verdes precisam realmente de água. Sabia que a maior parte das plantas morre de excesso e não da falta de água? Se a jardinagem não for a sua especialidade, existem os medidores de humidade do solo para o ajudarem – pode poupar muita água com recurso a esta pequena engenhoca! Nos meses mais quentes, regue o jardim de manhã quando estiver mais fresco, para que a água não evapore muito depressa. Evite regar em dias ventosos. Regue devagar, para permitir que a água se infiltre bem no solo, o que vai implicar menos regas.

Se tiver um sistema de rega, teste a sua eficácia em termos de tempo necessário para regar, programe-o para de manhã e certifique-se que a água não está a ser lançado para zonas que não sejam verdes!
Se conseguir, resista às decorações de jardim, como as quedas de água, chafarizes ou fontes, a não ser que essa água possa ser reciclada.

Se tem piscina, procure trocar os filtros tradicionais por filtros específicos, que permitem poupar água. Aplique uma cobertura na piscina – ao fazê-lo irá reduzirá a evaporação da água em 90%, ou seja, poupará aproximadamente 3800 litros de água por mês!

Aproveite a água da chuva, captando-a em baldes para depois utilizar para regar as plantas e o jardim, ou para usar na lavagem das varandas, dos pátios e caminhos do exterior da casa, por exemplo. Caso contrário, evite a mangueira quando quiser limpar as zonas exteriores da casa, utilizando antes uma vassoura.
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09/02/2011

Poupar Dinheiro Com Compras de Grupo

Posted by Unknown on 14:10 0 comentários

São cada vez mais na internet. Começou com a  Groupon e agora são às dezenas. Se não sabe do que estamos a falar, é porque não tem estado atento ao que se passa na internet…

Os sites sociais de compras com descontos de grupo cresceram a uma velocidade alucinante. É uma das melhores formas de poupar dinheiro actualmente.

Funciona da seguinte forma. Você regista-se nos vários sites e começa a receber diariamente promoções em negócios na sua cidade. São descontos que podem chegar aos 90% em jantares, hotéis, tratamentos de beleza e actividades de diversão.

Mas existe um pormenor importante… Estes descontos só se aplicam se existirem pessoas suficientes a comprarem. Esta funcionalidade social é que permite que existam estes descontos do outro mundo. Só há vantagens. Os clientes recebem preços excepcionais num negócio e as empresas conseguem dezenas ou centenas de clientes imediatamente, com o que isso representa para a sua facturação.

Se não houver pessoas suficientes, não há negócio e não lhe é descontado nada.
A promoção está disponível apenas durante alguns dias e se existirem os compradores suficientes então todos beneficiam destes preços baixos.
Mas para tirar o máximo o proveito destas redes sociais, aqui ficam algumas dicas simples.

Recrute Amigos
Quando recruta novos amigos para as redes sociais receberá créditos na sua conta, que pode utilizar para comprar novas promoções. Além disso, se tiver uma boa rede de amigos, podem combinar as compras e assim conseguir o número mínimo necessário para que o desconto fique activo.

Comprar Para Mais Tarde
Quase todas as ofertas têm um prazo de validade de alguns meses, isto significa que não precisa obrigatoriamente de utilizar o seu voucher no dia seguinte. Imagine que compra um jantar romântico e quer oferecer à sua esposa ou ao seu marido. É perfeitamente possível porque tem alguns meses para poder utilizar a sua promoção.

Poupar Em Viagem
Se vai passar férias longe de casa, veja quais são os melhores negócios nessa cidade nos meses anteriores à sua partida. Desta forma poderá ter grandes descontos em actividades locais e passar umas férias ainda melhores. Pense em refeições, hotéis e diversões locais.

Prendas
Oferecer uma prenda com 90% de desconto parece-lhe uma boa ideia? Isto é o que conseguirá se andar sempre atento a estas promoções. Planeie as prendas para os seus amigos e familiares com antecedência e passará a oferecer melhores presentes a menores preços.

Sites de Desconto Em Portugal
Registe-se gratuitamente em todos estes sites e veja as últimas ofertas.

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    GoodLife 
      Groupon
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